Salomé e Yocanaãn – Profanando a Profanação é uma comédia adulta baseada no clássico “Salomé” de Oscar Wilde. É um texto inédito, que estreou em março de 2009 no Festival de Teatro de Curitiba, e recebeu ótimos elogios da crítica e sucesso de público.
Salomé e Yocanaãn – Profanando a Profanação é uma comédia adulta baseada no clássico “Salomé” de Oscar Wilde. É um texto inédito, que estreou em março de 2009 no Festival de Teatro de Curitiba, e recebeu ótimos elogios da crítica e sucesso de público.
Dois atores (Lell Trevisan e Isabel de Castro) e um narrador (Rosi Campos) em áudio, formam um grupo teatral tentando encenar uma peça. Em meio de críticas, interação com a platéia, as cenas vão acontecendo e a confusão rolando solta. O espetáculo acontece em frente ao palácio de Salomé, princesa da Judéia, filha de Herodias, a rainha má, que é casada com seu padrasto, o rei Herodes. A estória desenrola-se a partir da descoberta de uma velha cisterna (uma prisão em formato de poço) onde se encontra um prisioneiro, Yocanaãn (na bíblia seria João Batista). Salomé apaixona-se por ele e quer a todo custo tê-lo para sempre. Pede ajuda a sua mãe, interpreta a famosa dança dos Sete Véus para seu padrasto, adaptada para os dias de hoje, procura também auxilio com Frei Lourenço (o mesmo padre que ajudou no romance de Romeu e Julieta), enfim...o final é hilário, assim como todo o decorrer do espetáculo. Os atores trocam os personagens ora em cena ora nos bastidores para haver mais dinamismo.
Salomé e Yocanaãn – Profanando a Profanação tem a duração de 60 minutos, faixa etária recomendada para maiores de 14 anos e vem para descontrair, fazer a platéia rir através de um “besteirol” comercial, mas com seu diferencial: levando a cultura e o conhecimento de um clássico do autor Oscar Wilde, adaptado, satirizado e “profanado” pelo autor Lell Trevisan, além das críticas ,como por exemplo: de personalidades que ficam famosas com codinomes de frutas; e assim por diante.
O Besteirol surgiu como forma de criticar, de distrair e também divertir o público. Comprovadamente em pesquisas, a comédia é a que mais atrai público para o teatro. E porque não usar a comédia, ou o próprio besteirol para levar ao público informação? Oscar Wilde profanou a bíblia e nós, agora desrespeitando o respeitado autor, profanamos sua obra. Salomé e Yocanaãn – Profanando a Profanação é um texto inédito. Nesta montagem, divertimos o povo, nos divertimos, criticamos, brincamos e mostramos uma forte tragédia numa deliciosa brincadeira. A comédia é o formato de humor nas artes cênicas, e tendo isso em mente é que realizamos esta montagem. Esta iniciativa surgiu a partir de uma pesquisa da tradicional comédia e o formato do Teatro de Rua, pelas possibilidades de criar gostosas brincadeiras com grandes espetáculos. Fazer comédia usando a própria tragédia.
Vivemos momentos tristes, ligamos a televisão, abrimos o jornal e só vemos tragédias, fomes, guerras, e porque não usar a arte para entreter?
Nosso diferencial está na comédia autêntica em usar clássicos para este formato de espetáculo. Fazemos vários personagens ao mesmo tempo e trazemos o público para fazer parte da brincadeira. O espetáculo é conduzido pela renomada atriz Rosi Campos para fazer os dois atores reproduzirem este clássico, Lell Trevisan interpreta todos os personagens femininos e Isabel de Castro interpreta os personagens masculinos. Baseada nas montagens da idade média com suas famosas farsas e commédia Dell Art, a peça é uma brincadeira tanto para o público, quanto para os atores em cena.
O Texto...
A peça Salomé & Yocanãn – Profanando a Profanação é uma adaptação do espetáculo Salomé de Oscar Wilde. Esta peça é uma releitura de um texto francês escrito no final do século XIX e logo após traduzida para o inglês pelo Lorde Alfred Douglas e traduzido de forma cômica profanando a “profanação” do autor. Oscar Wilde nunca viu seu texto ser representado, censurado sob a desculpa de que cenas bíblicas não eram permitidas.
Oscar Wilde coloca como protagonista da peça: a Lua, pois era nela que os personagens podiam ver todas as respostas. O confuso Narraboth vê a lua como uma princesa encantadora, a personificação de Salomé; o pajem de Herodias vê a lua como uma mulher morta. Para Salomé, a lua é uma deusa casta que nunca se rebaixou aos homens, enquanto que para Herodes, é como “uma mulher louca que busca amantes por todas as partes”. E a banal Herodias desdenha: “a lua é como a lua e só.” Wilde tinha forte afinidade com o movimento da arte simbolista.
O espetáculo...
Nesta narrativa, dois atores encontram nas inúmeras obras teatrais o espetáculo “Salomé” de Oscar Wilde. Os dois atores interpretam a si mesmos, além de três personagens femininos, cinco personagens masculinos, dois narradores e duas bruxas. Eles procuram um espetáculo para encenar, buscam um estilo novo e na hora vão montando a peça. Através da imaginação trazem para a realidade uma platéia imaginária. Não existe um papel definido para cada ator, eles revezam-se e interpretam um pouco de cada personagem. Pronto, está armada a confusão.
A peça inicia com uma menina ingênua que quer ouvir uma estorinha para dormir. Um pai cansado, que se lembra de uma antiga história: Salomé & Yocanaãn.
Salomé uma princesa da Judéia, que se apaixona por um prisioneiro, Yocanaãn, um profeta preso que numa visão, vê sangue derramado. Salomé é capaz de fazer qualquer coisa pelo seu amor. Yocanaãn sabe que não pode ceder aos encantos desta linda garota. Salomé pede ajuda a sua mãe Herodias que é uma bruxa, ao Padre Franciscano Frei Lourenço (o mesmo Padre que ajudou Romeu e Julieta) e a um Guarda, o Narraboth, seu ex-namorado, aliás, como diz Salomé: “Foi só uma transa!”. Mas Salomé não obtém sucesso, então ela decide dançar para Herodes a famosa dança dos Sete Véus, porém com algumas modificações e adaptações criticando gírias, ritmos do momento e as famosas mulheres “frutas” da mídia. O rei medroso e apaixonado pela filha de sua mulher promete em troca da dança um desejo concedido a Salomé, mas ela não pede algo muito “comum”. Para que no final tragicômico Herodes não seja contemplado com uma maldição ele decide tomar uma drástica decisão.
O espetáculo é um tradicional “besteirol”, voltado para o público adulto que conta a obra “Salomé” de Oscar Wilde de forma divertida, interativa e bastante atual.
Os figurinos são todos bem trabalhados reproduzindo a roupagem da época, o espetáculo conta com uma trilha sonora repleta de clássicos que vão pincelar o espetáculo.
A Montagem feita em 2007 com os atores Isabel de Castro e Lell Trevisan foi sucesso de público e recebeu ótimos elogios de Ailton Amaral uma das personalidades culturais mais importantes da nossa arte atual. (Curador da Mostra de Teatro de Paraty).
Os atores são profissionais e contam com mais de 10 anos de experiência, mais de 20 montagens, cinema, produção...
PATROCÍNIO
Nossa proposta é ficar em cartaz no maior centro cultural da cidade de São Paulo - Um dos teatros da praça roosevelt e a participação no Festival de Teatro de Curitiba 2010. Buscamos patrocínios para custear o teatro no período de 3 meses (inicialmente).
Em contra partida nos responsabilizamos na divulgação da marca patrocinadora em sites, panfletos, cartazes, e todos os meios de divulgação utilizados pela assessoria de imprensa.
“A “Profanação” do clássico foi bem sucedida: originalmente denso, o texto provocou riso em adultos e crianças” Jornal Comunicação. Karla Gironda.
Categoria: Cultura » Teatro
Localização: SP - São Paulo
Data: 15/01/2010 a 15/03/2010
Faixa Etária: Adulto
Público Alvo: Variado
Valor da Cota: R$ 2.000,00
Apelido: Lell Trevisan
Membro desde: 29/09/2009
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